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Rali
dos Montes Alentejanos 1971 (provavelmente):
Albio Pinto, no preciso momento em que
partia a protecção e o
carter do motor do Porsche 911 vermelho,
numa rocha semi-enterrada. As pessoas
que se vêm à esquerda eram
da organização e corriam
para o carro após ouvirem a grande
pancada que fez perder todo o óleo
do motor do Porsche, levando-o à desistência
mesmo ao pé do posto de controle. (foto:
Ricardo Grilo)
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Campeonato
Nacional de Ralis 1972: António
Borges utilizou este 911S DG-28-39 para
alcançar o título de GT
no Campeonato Nacional de Ralis. O então
jovem piloto conseguiu três vitórias,
quatro segundos lugares e uma magnifica
actuação no TAP, onde chegou
a rodar em 3º, ainda com a maioria das
equipas estrangeiras em prova. (foto:
Motores 72)
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Rali
do Algarve 1973:
Américo Nunes trocou o problemático
911ST por um novo Porsche 911 Carrera
RS CA-50-14 e integrado no Team VIP voltou
a conhecer o sabor do triunfo, vencendo
o Rali Rainha Santa e o Rali Santa Joana. (foto:
colecção Américo
Nunes)
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Rali
Rias Bajas 1973:
Miguel Correia, um participante assíduo
do Campeonato Nacional de Velocidade,
numa rara participação
do Porsche 911S HG-39-89 (com carroçaria
de Carrera RS) numa prova de estrada.
Anos mais tarde o Porsche seria vendido
a Miguel Oliveira e pilotado em inúmeras
corridas por José Avelino Gonçalves (foto:
O Volante. Colecção Rui
Queirós)
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Rali
do Algarve 1977:
Américo Nunes, com o 911 S 2.4,
CG-39-87 a caminho do segundo lugar no
Campeonato Nacional de Ralis. O veterano
piloto regressou da melhor maneira as
competições, após
as injustiças que sofreu no tempo
do PREC (fotos:
Motor)
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Rali
James 1978: Neste ano, Mário
Silva correu apenas em três provas
com este 911 S 2.4 amarelo. No entanto
tal foi suficiente para vencer duas (o
rali James e as Camélias) e
ter sido o melhor português enquanto
andou em prova, no Rali de Portugal. (foto:
Ano Auto 78)
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Rali
das Camélias 1978:
André Martinho no Porsche Carrera
RS CA-50-14 (ex-Américo Nunes
e ex-António Borges) com a traseira
a escorregar ligeiramente na famosa curva
da água. O jovem que vê passar
o Porsche branco é Pedro Carrasco
que uma década mais tarde seria
ele próprio piloto do Campeonato Nacional
de Ralis e actualmente é participante
habitual das provas de regularidade clássicas. (foto:
Ricardo Grilo)
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Rali
de Portugal 1978:
Miguel Oliveira ao pé do Porsche
911 HG-39-89 com que participou no rali
de Portugal de 1978, com José Avelino
Gonçalves. O carro tinha sido
adquirido a Miguel Correia e até então
tinha sido utilizado principalmente em
provas de circuito. (foto:
Ricardo Grilo)
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Rali
de Portugal 1979:
Já com algumas alterações
no carro e com o patrocínio da
textil Lopes Correia, José Avelino
Gonçalves chegou a rolar em segundo
entre os portugueses (7º ou 8º da
geral), antes de desistir com problemas
no motor "boxer" 2.8 de carburadores
e mais de 250 CV preparado por Luís
Dias. Embora na altura poucos se tenham
apercebido do facto, esta desistência
privou a Porsche de uma pontuação
que já parecia certa, no Mundial
de Ralis. (foto: colecção
José Avelino Gonçalves)
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Rali
Rias Bajas 1979: José Avelino
Gonçalves com o Porsche Carrera
RS HG-39-89 no Rali Rias Bajas de 1979.
Note-se que o piloto preferia os ralis
de asfalto aos de terra, e mesmo
depois de ter abandonado as competições,
não deixava de vir ao Sul só para
assistir, juntamente com o filho, às
classificativas de Sintra, no Rali de
Portugal. (foto: colecção
José Avelino Gonçalves)
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Rali
James, 1980:
José Avelino Gonçalves
estreou do melhor modo as cores da Diabolique
no Porsche Carrera RS, pois comandandou
o rali enquanto teve o carro operacional.
Foi uma das mais brilhantes prestações
do piloto, que conseguiu dominar uma
forte concorrência nos pisos molhados
das primeiras classificativas, até a
bomba de gasolina deixar de colaborar... (foto:
Automundo)
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Rota
do Sol 1980: José Avelino
Gonçalves e o Porsche Carrera
RS com as cores da Diabolique,
no Rota do Sol de 1980. Os ralis
que mais entusiasmaram o piloto do Porto
foram precisamente os últimos
em que participou - este Rota do Sol,
o James e o Rali de Orense- pois fê-los
sem grandes preocupações
com os resultados, tendo em vista apenas
participar. Mas, isso não significava
de modo algum andar em ritmo de passeio,
como a foto bem o documenta... (foto:
colecção José Avelino
Gonçalves. Texto: M.Gonçalves/RG)
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Rali
de Orense 1980 (provavelmente):
Rara imagem da versão final do
Porsche de José Avelino Gonçalves,
no Rali de Orense (provavelmente) de
1980, pouco antes de ser vendido a Joaquim
Moutinho que correria com o HG-39-89
no CNR de 81. Note-se que a carroçaria
já está de acordo com as
especificações "911
SC" Grupo 4 (foto:
colecção José Avelino
Gonçalves)
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Rali
das Camélias 1980:
Américo Nunes com o renovado 911
CG-39-87, agora com novos elementos de
carroçaria e motor 2.7, alcançou
um bom 5º lugar da geral, após
um prolongado duelo com o Escort RS 2000
de Giovanni Salvi. (foto: Automundo)
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Volta à Ilha
da Madeira 1980: No entanto,
para Américo Nunes, a grande corrida
de 1980 foi a Volta à Ilha da
Madeira, onde o veterano piloto levou
o Porsche 911 (agora equipado com um
motor de 3 litros) até ao terceiro
lugar da geral e melhor português,
logo atrás dos inalcançáveis
Maurizio Verini (Alfetta GTV Turbo) e
Adartico Vudafieri (131 Abarth). (foto:
Automundo)
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Durante
uma boa parte da Volta à Ilha da
Madeira de 1980, o grande rival de Américo
Nunes foi Domingos Santos, agora com o
seu Porsche 911 DL-67-67 modificado a nível
de carroçaria e com um motor 2.7
de injecção. Aliás,
seria precisamente uma falha na bomba injectora
a causa da desistência de Santos. (foto:
Automundo)
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Rali
de Portugal 1981: Américo
Nunes com o Porsche 911 2.7 CG-39-87
no Rali de Portugal de 1981. Uma boa
prova, travada no Buçaco por dois
furos consecutivos, uma roda esquecida
no carro de assistência, e uma
suspensão partida em consequência
de rolar sobre a jante até ao
final do troço. (foto:
colecção Ricardo Grilo)
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Rali
de Portugal 1981: Jean-Luc Thérier
no Porsche 911 SC da equipa Almeras,
naquela que foi a estreia da equipa de
Montpellier em ralis com piso de terra.
Apesar da baixa altura do carro, que
não dispunha de suspensões
apropriadas para o mau piso das classificativas
portuguesas, estava já na 3ª posição
da geral quando desistiu perto do final
da prova. (foto: Ricardo
Grilo)
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Rali
de Portugal 1982: Em 1982 os
irmãos Alméras regressaram
a Portugal com outro Porsche 911 SC (3.0 "boxer" com
280 CV) entregue a Jean-Luc Thérier.
Mais uma vez andaram bem e quase que
conseguiam terminar a prova. No entanto,
problemas de caixa e de suspensão
levariam a uma nova desistência,
já na 4ª etapa, quando seguiam
(tal como no ano anterior) na 3ª posição
da geral. (foto:Automundo)
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Rali
das Camélias 1983: Américo
Nunes com o 911 3.0 CG-39-87 no Rali
das Camélias. Foi um dos últimos,
senão mesmo o último rali
do veterano piloto. Note-se que o 911
estava pintado integralmente de verde,
com jantes Minilite atrás, uma útil
recordação que tinha ficado
do 911 ST LH-36-76 "Bomba Verde" com
que Nunes tinha corrido entre 1971 e
72. Desde que regressou ao CNR, em 1977,
Nunes nunca deixou de evoluir o seu 911,
nomeadamente a nível de carroçaria
e, principalmente, aumentando a capacidade
do motor que passaria dos 2.4 lts (190
CV) originais para 2.7 (205 CV) e por
fim para 3.0 lts (220 CV). Américo
Nunes sempre foi apologista de ter os
motores de série, afim de aumentar
a fiabilidade do conjunto. (foto:
Ricardo Grilo)
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Rali
do Algarve 1983: Afim de amealhar
alguns pontos para o campeonato Belga
de ralis, Patrick Snijers correu com
o seu habitual Porsche 911 SC de grupo
4 (um híbrido construído
por Jean Pierre Gaban, com carroçaria
de Grupo 3 e mecânica de grupo
4). O único senão é que
o seu 911 SC era um carro de alcatrão
mal adaptado para a dureza dos troços
algarvios e digeriu mal as irregularidades
do terreno. Após ter comandado
o rali, Snijers teria problemas e terminaria
apenas no 4º posto. (foto:
Rallyes & Velocidade 84, colecção
Pedro Carrasco)
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Volta à Madeira
1984: Henri Toivonen lidera
a prova com o Porsche 911 SC RS da equipa
de David Richards. A combinação
Porsche -Toivonen era realmente tão
forte como espectacular e só mesmo
por azar (um pé partido numa brincadeira
com um kart) o piloto finlandês
não foi campeão da Europa
nesse ano. Aqui na Madeira, apesar de
ter sofrido um despiste (devido a ter
encontrado um Taxi dentro de um troço!),
de ter sofrido alguns furos e de ter
partido a suspensão (o calcanhar
de Aquiles dos 911 SC RS) Toivonen ainda
conseguiu vencer esta prova de coeficiente
máximo do Europeu. (foto:
Slick - F.Romeiras, Rallyes & Velocidade
84, colecção Pedro Carrasco)
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Volta à Madeira
1984: O principal adversário
de Toivonen na prova insular foi o piloto
belga Patrick Snijers, que tinha trocado
o seu anterior Porsche 911 SC de Grupo
4, por este 911 SC RS de Grupo B, idêntico
ao carro da Rothmans. No entanto, o Porsche
belga com as cores da Bastos e preparado
por Jean Pierre Gaban apenas conseguiria
o segundo lugar da geral, incapaz de
acompanhar o rapidíssimo finlandês. Este
911 SC RS foi recentemente vendido em
Paris por 156000€. (foto:
Slick - F.Romeiras, Rallyes & Velocidade
84, colecção Pedro Carrasco.
Txt: RG/J-J Puchat)
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Agradeçe-se
a colaboração de Ricardo
Grillo na pesquisa e criação
deste histórico da PORSCHE nas competições
nacionais. É objectivo da SPORTCLASSE
divulgar, o mais possivel, a PORSCHE e
a sua importância dentro das competições
nacionais.
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